segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Ai que inquietação...
Se fosse com a amiga ,acreditem que passava por despercebida, apenas surgeria o sorriso derivado de um cumprimento de uma colega comum de trabalho.Mas como não era a amiga que ia comigo, os sorrisos maliciosos e os comentários começaram a surgir deixando mesmo de se trabalhar para se prestar atenção ao que se passava.
Acabo por me sentir mal com a situação por saber que somos colegas de trabalho e os comentários daqui a uns dias virão em peso. As pessoas acabam por estragar as amizades quando se prestam a papeis destes. Mas, o que mais me deixa chateada em relação a isto tudo, são pessoas que têm praticamente a nossa idade, idade suficiente para saber que a era do tempo de falatório foi em anos, que provavelmente, nao havia tv.
A sério, custa-me a acreditar como é que jovens têm um pensamento tão mediucre nos tempos que correm. Ás vezes penso que só se fala da vida dos outros quando a própria vida é algo vazia, que não tem nada que falar e que procuram viver os momentos dos outros para fugirem ás proprias frustações. Estou mesmo convicta de que a única razão seja essa.
Mas muito sinceramente, embora não seja crente do que vou dizer agora, ás vezes prefiro que falem de mim pois é sinal que a minha presença ou mesmo ausência, faz diferença na vida dos outros.Só tenho é pena que ao falarem de mim, envolva outras pessoas que por mais simples que sejam nao passam ao lado. Mas acreditem, nesse dia aprendi que é através da simplicidade que se encontram as grandes respostas e se tomam grandes atitudes para que tudo nos passe ao lado.
Para ti um obrigado por me ensinares em tão pouco tempo e inconscientemente como lidar com certas situações.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Talvez
Talvez? É uma incerteza para quando não se sabe o porquê de certas atitudes tomadas por nós.Talvez sim ou, mesmo até ,talvez não é a resposta que me apetece dar quando não tenho coragem para dar outro tipo de justificaçao.Mas neste momento tou capaz de justificar seja o que for para melhorar a maneira concreta do porquê.Parece confuso? Sim , se calhar até está.Mas na verdade, é como me tenho sentido estes dias,certamente confusa.Como é que de um momento para o outro tudo o que parece perfeito simplesmente acaba.Se calhar nunca foi e tentei tapar ao máximo o sol com a peneira até me aperceber que nao há perfeição mas sim esforço para tentar ser.Só é triste quando não se vê o esforço e isso me faz mudar de um talvez para uma certeza. A certeza de que tudo na vida um dia pode acabar.